24.4.14

bolo de chocolate e abobrinhas


Pode soar estranho, mas desde que passei a ler blogs gringos de culinária, esta receita pipocava aqui e ali. Achava esquisito e eu não sou uma grande fã de abobrinhas, mas todos os blogs diziam que ficava um bolo úmido e saboroso. O bolo entrava e saía da minha lista de receitas a fazer, e agora com a bebelha firme e forte nas papinhas me vejo comprando legumes que geralmente nem chego perto - em quase seis anos casada, só mês passado entrou a primeira mandioquinha no meu lar. Eu fiquei bem cética em relação ao bolo ficar bom, tanto que só no dia seguinte desenformei para comer junto do marido, assim, se fosse um fiasco, não estaria sozinha reclamando da vida, dos bolos, das abobrinhas... felizmente me enganei, as abobrinhas desaparecem do bolo e fica realmente muito úmido. Receita adaptada  daqui.

2 ¼ xícara farinha de trigo
½ xícara cacau em pó
1 colher (chá) bicarbonato de sódio
1 colher (chá) café solúvel (opcional)
½ colher (chá) sal
1 ¾ açúcar
½ xícara manteiga amolecida
½ xícara óleo vegetal
2 ovos grandes
1 colher (chá) baunilha
½ xícara buttermilk (usei creme de leite fresco)
2 xícaras abobrinhas descascadas e raladas
1 xícara chocolate em gotas, ou picado
¾ xícara nozes (usei pecãs)
2 colheres (sopa) sementes de girassol (opcional)

Numa tigela peneire a farinha, cacau, bicarbonato, café, sal, misture e reserve. Em outra tigela bata o açúcar, manteiga e óleo, adicione os ovos, um a um e misture. Adicione aos poucos os ingredientes secos, alternando com o buttermilk, misturando tudo. Coloque as abobrinhas e mexa bem, então coloque o chocolate e as nozes. Transfira a massa para uma forma retangular (23x10cm) nivele a massa e salpique as sementes de girassol. Leve ao forno pré-aquecido a 180ºC por 50min, ou até passar no teste do palito. Espere esfriar antes de desenformar.

11.4.14

muffin com chocolate


Um dia cismei que precisava de forma de muffin. Eu tenho daquelas individuais, colocava numa assadeira de pizza e talz. Primeiro pensei naquela de muffin jumbo com 6 cavidades, encontrei em apenas dois sites e não fazia a menor ideia se acharia as formas de papel para este tamanho. Não sei porque às vezes cismo com certas coisas, vira uma ideia fixa e depois passa como se nunca tivesse existido. Decidi que não haverá mais meias receitas por aqui: quando me dispuser a ligar o forno, separar e pesar ingredientes, sujar louça, etc, etc é para fazer o tanto de comida que a receita rende, se for muito e o marido não ajudar a comer, vai pro freezer e terei comida pronta congelada e caseira. Acho que foi por esse motivo que cismei em ter a forma de muffin, ainda assim desnecessária.
Enfim, queria estrear logo minha forma, mas planejava outra receita com bananas e teria que descongelar as bananazzzzz, e esta receita me pareceu mais fácil, mais simples. Receita do lindo, incrível, maravilhoso e mais três linhas de adjetivos favoráveis Baking Unplugged.

1 xícara farinha de trigo
⅔ xícara cake flour*
¾ colher (chá) fermento em pó
¾ colher (chá) bicarbonato de sódio
pitada de sal
¼ xícara manteiga, amolecida
⅔ xícara açúcar
2 ovos grandes, temperatura ambiente
1 xícara de iogurte natural (ou sour cream), temperatura ambiente
¾ xícara gotas de chocolate

Numa tigela grande misture a farinha, cake flour, fermento, bicarbonato e sal. Em outra tigela coloque a manteiga e o açúcar, bata com fouet por 2min, ou até ficar homogêneo. Cada um por vez adicione os ovos e misture bem. Coloque o iogurte, uma metade por vez, mexendo ligeiramente. Por fim, coloque as gotas de chocolate e mexa também. Distribua a massa nas forminhas e leve ao forno pré-aquecido a 180ºC por 16 a 20 minutos, cheque com um palito. Espere esfriar antes de desenformar.
rende: 12 muffins.

*cake flour: para fazer 1 xícara basta colocar 1 colher de sopa de amido de milho e completar a xícara com farinha de trigo.

3.4.14

bolo de chocolate com cobertura de coco e pecãs


Desde que desenformei este bolo sabia que não conseguiria uma boa foto dele, o cacau combinado com o bicarbonato resultou numa cor muito intensa de chocolate. Mas assim que consegui arrancar o primeiro pedaço (recomendo fortemente que coloquem papel manteiga no fundo da forma), decidi que precisaria postar com foto boa ou ruim porque o bolo é absolutamente delicioso.
Passei semanas, talvez meses, com vontade de um bolo de chocolate, mas não conseguia me decidir se queria um bolo simples, amanteigado, com ou sem cobertura, com ou sem recheio, etc. Até que me lembrei deste, e também do montão de coco flocado que tinha na geladeira. Achei inusitado (pelo menos pra mim) assar a cobertura no grill do forno, fica uma mistura de cocada e caramelo, enfim: façam este bolo! Receita do sempre incrível Baking Unplugged.

massa:
10 colheres (sopa) manteiga amolecida
1 ⅔ xícara açúcar
2 ovos grandes, temperatura ambiente
1 colher (chá) baunilha
pitada de sal
1 ½ xícara + 2 colheres (sopa) farinha de trigo
½ xícara + xícara cacau em pó
1 colher (chá) bicarbonato de sódio
1 colher (chá) fermento em pó
1½ xícara café forte, frio ou morno

cobertura: 
3 colheres (sopa) manteiga, temperatura ambiente
¾ xícara açúcar mascavo - aperte para medir
¼ xícara creme de leite
1 ½ xícara coco em flocos adoçado
⅔ xícara pecãs, bem picadas
¼ xícara chocolate picado, ou em gotas

Pré-aqueça o forno a 180ºC. Unte e enfarinhe (melhor cobrir o fundo com papel manteiga). Numa tigela média bata a manteiga e o açúcar, até ficar cremoso - cerca de 1 minuto, eu usei fouet. Então coloque os ovos, um a um. Continue misturando até a massa ficar cremosa. Acrescente a baunilha e sal. Peneire a farinha, cacau, bicarbonato e fermento diretamente sobre a tigela. Por último coloque o café. Delicadamente vá misturando a massa, até ficar lisa. Coloque a massa sobre a forma preparada, nivele e leve ao forno até um palito sair com um pouquinho de migalhas grudadas, cerca de 40min.
Assim que retirar o bolo do forno, aqueça o grill. 
Para preparar a cobertura, numa tigela média bata a manteiga e o açúcar até virar um creme, coloque o creme de leite e mexa mais um pouco. Adicione o coco, pecãs e chocolate, misture bem. Espalhe esta mistura sobre o bolo. Leve ao forno por 2 a 3min, ou até começar a borbulhar e dourar. Deixe esfriar completamente e desenforme.
rende: 12 porções.

28.3.14

pudim de morangos e amêndoas


Na época do natal eu vivia com este livro da Donna Hay nas mãos, e como acontece algumas vezes, um livro que pouco me interessava, de repente desperta meu interesse e tenho vontade de preparar muitas receitas dele. E num dia desses descobri que tinha todos os ingredientes em casa, inclusive com três deles precisando ser consumidos com certa urgência, corri para preparar. Adorei a combinação dos sabores e a simplicidade no preparo.

150g (⅔ xícara) açúcar
120g (1 xícara) farinha de amêndoas
1 colher (sopa) farinha de trigo
250ml (1 xícara) creme de leite
1 colher (chá) baunilha
3 ovos
1 bandeja de morangos
2 colheres (sopa) açúcar demerara (esqueci de usar)
chantilly ou sorvete de creme para acompanhar

Misture açucar, farinha de amêndoa, farinha de trigo, creme de leite, baunilha e ovos. Coloque colheradas da massa em 4 potinhos (com capacidade para 1 xícara cada). Sobre a massa espalhe os morangos cortados ao meio, e polvilhe um pouco do açúcar demerara por cima. Leve ao forno pré-aquecido a 180ºC por 25min, ou até que esteja firme e seco no centro. Sirva morno.
rende: 4 porções


18.3.14

penne com shitake e bacon


Quando era criança aprendi que bacon era toucinho - ou toicinho, como meus pais falavam - e ainda usei toucinho por um bom tempo. Até que vi a Carla Pernambuco falando beicãn, ou algo assim, em outro programa ela disse que o pessoal da produção tirou sarro dela por causa da pronúncia, mas que assim era o correto. E pronto, aqui em casa virou beicãn, até na lista de compras eu escrevo assim. Achei esquisita a combinação com shitake e molho de tomate, o Emeril garantia que ficava bom, tinha todos os ingredientes em casa, almoçaria sozinha, então, por que não tentar? Fica muito bom, sim, colocaria até mais beicãn, mas preferi exagerar no shitake, porque cogumelos são prioridade em qualquer prato por aqui. Receita tirei desse livro do Emeril, ainda bem que tenho na versão kindle, porque a capa tá a cara da Pizza do Faustão.

450g penne (ou ourta massa curta)
4 fatias de bacon, picadas
200g shitake, cortados em fatias finas
1 ½ xícara cebola picadinhas
2 colheres (chá) alho picadinho
2 latas tomates pelados (usei tomates frescos)
¼ xícara manjericão picado (usei salsinha)
sal e pimenta-do-reino a gosto
¼ xícara azeite extra-virgem
parmesão ralado, opcional

Aqueça uma panela com água e sal para cozinhar o macarrão. Enquanto isso, aqueça uma frigideira com um fiozinho de azeite e frite o bacon picado, até ficar crocante. Coloque os cogumelos e a cebola e cozinhe até ficarem macios, por uns 5-6 min, em seguida adicione o alho, cozinhe por uns 30segundos. Coloque o penne cozido e escorrido na frigideira*, então, despeje os tomates, manjericão, acerte o sal e pimenta, coloque o azeite, misture tudo, e por fim o parmesão.
*usei tomates frescos, picados e sem pele, coloquei os tomates antes do macarrão e deixei cozinhar por alguns minutos, até soltarem os sucos.
rende: 4 a 6 porções

13.3.14

mais um pudim de chocolate


Eu não entendo o uso dessas misturas prontas que tem por aí, mistura de bolo, brownie, pudim, e até bolo de caneca - o bolo mais fail de todos os tempos. Supostamente seriam mais rápidas, pois alguns dos ingredientes já estão misturados, mas no fim das contas, o trabalho é o mesmo que começar do zero, além dos tantos de conservantes e sódio que têm nesses pózinhos. Bom, falo isso porque estranhamente uma pesquisa frequente do google que leva ao meu humilde blog é "pudim de caixinha", não faço ideia do motivo - e todo mundo que tem blog sabe das pesquisas bizarras que aparecem. Este pudim de hoje é "tipo pudim de caixinha", só que mais gostoso, bem aveludado, mais consistente e com forte sabor de cacau, não é nada doce - dependendo do humor até acrescentaria mais açúcar à receita. Fonte: este livrão

¼ xícara açúcar
¼ xícara cacau em pó
2 colheres (sopa) amido de milho
1 ½ xícara leite (usei semi desnatado)
pitada de sal
½ xícara creme de leite 
1 ovo
112g chocolate meio-amargo, picado

Misture o açúcar, cacau, amido e sal numa panela (de preferência leiteira), coloque um pouquinho de leite e mexa até virar uma pasta. Em seguida coloque o restante do leite, o creme de leite e leve ao fogo baixo, mexendo constantemente, até engrossar, cerca 3-5min. Coloque o ovo ligeiramente batido numa tigela média, e aos pouquinhos despeje a mistura quente nesta tigela, mexendo sem parar (fazendo isso evita que o ovo cozinhe depressa demais e vire ovo mexido de chocolate), não é necessário despejar todo o leite quente. Faça o inverso: despeje a mistura de volta na panela, aos poucos e mexendo sem parar, em seguida coloque o chocolate e mexa até derreter e ficar homogêneo. Coloque em potinhos, e se você não gostar daquela parte grossinha que ficar por cima, tampe com papel filme grudado no pudim. Leve à geladeira por no mínimo 2 horas antes de servir.
rende: 4 porções

6.3.14

bolo de abóbora, gengibre e melado


Como muitas das histórias daqui do blog, este bolo só cresceu e assou porque queria dar um fim decente a alguns ingredientes velhinhos. Durante um tempo achava que isso era um defeito, a falta de planejamento, comprar comida para depois pensar no que fazer, mas percebi que ter alguns ingredientes sem saber de antemão como irei utilizá-los me trouxe boas surpresas, pratos diferentes, alguns muito bons, outros nem tanto e que no fim das contas estimula mais a criatividade, me ensina algumas boas combinações que não pensaria sozinha. Enfim, chega de lenga-lenga! Este bolo fica delicioso, bem perfumado e pouco doce. Não se sintam intimidados ou desestimulados pelo tamanho da lista de ingrediente, é super fácil de preparar. A receita foi uma pitadinha de cravo adaptada do food52.

2 ½ xícaras farinha de trigo
½ colher (chá) bicarbonato de sódio
1 colher (chá) fermento em pó
½ colher (chá) sal
2 colheres (chá) canela em pó
1 colher (chá) gengibre em pó
½ colher (chá) noz-moscada
pitada de cravo em pó
1 ovo
1 xícara purê de abóbora
½ xícara açúcar mascavo (usei demerara)
2 colheres (sopa) manteiga, derretida
¼ xícara óleo (usei de milho)
¼ xícara melado de cana
½ xícara iogurte 
1 colher (sopa) gengibre fresco, picadinho
1 colher (sopa) açúcar demerara 
1 colher (chá) canela em pó

Numa tigela grande misture a farinha, bicarbonato, fermento, sal, canela, gengibre, noz-moscada e cravo. Em outra tigela coloque o ovo, abóbora, açúcar, manteiga, óleo, melado, iogurte, misture bem, coloque o gengibre picado e mexa. Adicione esta mistura à tigela com os ingredientes secos, mexendo até combinar, não mexa demais. Coloque a massa em uma assadeira retangular de 23x10cm (aquela de bolo inglês), nivele a massa e polvilher por cima o açúcar demerara misturado com a canela. Leve ao forno pré-aquecido a 180ºC por 40min, ou até passar no teste do palito.


27.2.14

batata rosti com cogumelos


A disposição para cozinhar deu um tempo por aqui. Entre final de dezembro e metade de janeiro produzi muita coisa (e tirei fotinhos para fazer posts). Teve o calor infernal do mês passado, tive algumas recaídas, que geralmente acontecem quando muda a dosagem de alguns remédios - às vezes muda de todos - acontecem coisas tão bizarras dentro da minha cabeça que realmente não entendo qual a graça de usar drogas. Enfim, quando tenho tempo pra cozinhar porque bebê dormiu, eu não quero fazer barulho, porque se tem uma coisa que eu já aprendi como mãe é que a soneca vespertina é sagrada! Aí quando ela dorme pra noite, eu só quero tomar meu banho e vegetar no sofá até o sono chegar. 
E às vezes me disponho a preparar um almoço mais caprichado, arrumar bonitinho no prato e tirar meia dúzia de fotos - não sou blogueira que come comida fria por fotos boas. Faz algumas semanas que o livro Eat, do Nigel Slater, chegou e achei o livro lindo, com várias ideias de substituições, sem uma receita fixa. Escolhi com cogumelos porque, bem, sempre há muitos cogumelos na geladeira aqui. E porque nunca comi batata rosti, muita preguiça de preparar, mas a versão dele parecia tão simples, rápida, enquanto fritava a batata, salteava os cogumelos, e geralmente não coloco creme, mas dessa vez resolvi experimentar, trocando crème fraîche por iogurte natural. E como não há uma receita exata, vou explicar mais ou menos como fiz, receita pra um que rendeu bastante.

batata rosti:
2 batatas pequenas
1 ovo, ligeiramente batido
2 a 3 colheres (sopa) farinha de trigo
um punhado de salsinha picada (ou tomilho fresco)
sal e pimenta-do-reino

Passe as batatas pelo ralo grosso, tempere com sal, pimenta e salsinha. Coloque o ovo batido e a farinha aos poucos, até sentir que deu liga, e que não vão desmanchar quando pegar com uma colher, formando panquequinhas. Derreta um pouco de manteiga numa frigideira, coloque as colheradas da massa de batata na frigideira, achate e frite até dourar, vire para fritar do outro lado também. Deixe sobre papel toalha.

Para os cogumelos, eu usei porto-belo, eram pequenos. Corte-os em fatias finas, coloque numa frigideira com um pouco de manteiga e um fiozinho de óleo, acerte o sal e pimenta. Eu usei mais um punhado de salsinha, e fritei até os cogumelos murcharem.
Monte o prato com a batata, cogumelo por cima e creme.

20.2.14

bolo de iogurte com marzipã e papoulas


Essa coisa de tomar sol não é pra mim, detesto. Aquela expressão "vá pela sombra" eu levo ao pé da letra, ando na rua encostada nos muros para conseguir o máximo de sombra, e sempre que posso, evito sair de casa nos horários mais quentes e ensolarados. O resultado disso foi uma deficiência de vitamina D, e a recomendação médica de tomar sol diariamente (essa deficiência pode causar alguns distúrbios psquiátricos, e né, não preciso mais do que já tenho). Como estou levando meu tratamento com afinco, comecei a tomar sol - reclamo de precisar lagartear por aí. Quando dá tempo de manhã, dou umas voltas pelo condomínio com a Clara, mas geralmente só consigo um tempo quando ela dorme depois do almoço, aí faço a versão-apartamento de tomar sol na laje e vou pra sacada sentir minha pele arder. E pra espantar o tédio destes longos vinte minutos tostando minhas células, passo o tempo com o celular na mão, xeretando no facebook, passeando na hashtag #benedictcumberbatch do instagram (tenho 13 anos? sim ou com certeza?), e às vezes faço algo mais útil: procuro receitas. Encontrei esta quando procurava alguma coisa com marzipã e ainda teve o bônus das papoulas, que estão há um tempo guardadas, mas se não tiver nada disso, a receita base do bolo é ótima, bem úmida e facílima de fazer. Receita veio daqui e adaptei um pouco.

250ml iogurte natural
xícara óleo (usei de milho)
½ xícara açúcar
3 ovos extra-grandes (usei 4 médios)
2 xícaras farinha de trigo
2 colheres (chá) fermento em pó
5 colheres (sopa) sementes de papoulas
120g marzipã cortado em cubinhos

Pré-aqueça o forno a 180ºC, unte e enfarinha uma forma redonda de 20cm. Numa tigela grande misture o iogurte, óleo, açúcar e ovos - usar fouet facilita. Sobre esta tigela peneire a farinha e o fermento, em seguida adicione popoulas e marzipã. Misture bem, mas não bata demais.. Leve ao forno por uns 50min, ou até um palito sair seco. Espere esfriar para desenformar e espalhar o glacê.
Para o glacê não tem muito segredo, comecei com ½ xícara de açúcar de confeiteiro peneirado e algumas gotas de suco de limão, vá adicionando açúcar e suco de limão até atingir a consistência desejada, lembre-se de colocar um pouquinho de cada, sem pressa. 
Despeje a calda dobre o bolo.

13.2.14

sorvete de limão siciliano (estilo filadélfia)


O assunto da moda é o calor intenso que faz por aqui. Eu não gosto de calor, me deixa mole, suada, com o desodorante vencido. Aí com este verão esquisito de altas temperaturas + ausência de chuva, descobri que está bem mais tolerável que imaginava. Claro que eu sinto calor, moleza, fico fedida - como todo mundo - mas a falta de variação térmica deixam as coisas bem mais suportáveis. Dizem que nos acostumamos a tudo, a coisas boas e ruins, então, me acostumei ao calor. Por isso até que demorei a preparar sobremesas refrescantes. Este sorvete veio da necessidade de usar alguns limões que comprei semanas atrás, é bem azedinho e delicioso. Tantinho adaptado daqui.

1 xícara açúcar
½ xícara suco de limão siciliano (usei 4 limões)
¼ xícara raspas de limão (usei 3)
2 xícaras creme de leite fresco

Numa tigela misture o açúcar e as raspas, esfregue bem com as pontas dos dedos, produzindo um açúcar aromático. Adicione o suco de limão e creme de leite. Misture bem, mexendo de vez em quando até o açúcar se dissolver completamente. Leve à geladeira por uma noite. Se desejar, retire as raspas de limão - eu tirei cerca de metade delas. Passe a mistura pela sorveteira, conforme instruções do fabricante e só.